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Teses de sustentabilidade da mineração defendidas pela ABREMI começam a se consagrar.


Em recente live do evento "Mineração no Norte", o Geol. Elmer Prata Salomão, ex diretor geral do DNPM e atual membro dos Conselhos Consultivos da Associação das Empresas de Pesquisa Mineral - ABPM e da Revista Brasil Mineral, palestrou sobre o tema e demonstrou que a mineração é uma das melhores atividades para a preservação e desenvolvimento sustentável da Amazônia. Em sua argumentação, ele ratificou todos os argumentos que a ABREMI vem apresentando e defendendo desde 2017, quando foram iniciadas suas ações em defesa da imagem da mineração. Entre eles a comprovação de que a mineração é a atividade que mais gera riquezas em relação à área impactada, além de ser um impacto passageiro e plenamente recuperável. Ao contrário, por exemplo, do agronegócio, que não abandona mais as extensas áreas impactadas. É o que ilustra a imagem acima, que representa a evolução da ocupação do solo na bacia hidrográfica onde se localiza Carajás. Nela, justamente a única fração remanescente da floresta é composta pelos parques e reservas biológicas implantados e mantidos pela mineradora (VALE S.A.). As áreas impactadas pela lavra (em vermelho), mesmo incluindo uma das maiores minerações de ferro do planeta, são quase imperceptíveis nesta escala. As áreas em laranja correspondem à "canga" - crostas naturalmente decapadas pelas ocorrências de minério de ferro.

A importância da fundamentação da ABREMI foi reconhecida pelo Sr. Secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral (SGM), Alexandre Vidigal em audiência presencial com a ABREMI ocorrida em fevereiro passado. O documento da SGM você pode baixar aqui.

O resumo da palestra, publicada pela Revista Brasil Mineral em 16/06/21, você pode baixar aqui.

A íntegra da live você pode assistir aqui.

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